segunda-feira, 22 de abril de 2013

Glândulas Anais, Abscessos e Fístulas


Glândulas Anais, Abscessos e Fístulas

Alguns veterinários indicam o uso sistêmico de antibióticos por 7 a 14 dias. Havendo um amplo processo inflamatório com retardo na exteriorização do conteúdo purulento faz-se necessária a drenagem cirúrgica.No caso de recorrência freqüente de abscessos ou fistulações a extirpação da glândula pode ser uma boa opção. É um procedimento simples se executado por veterinário experiente. O trauma ou lesão da musculatura esfincteriana poderá desencadear a  incontinência fecal transitória ou mesmo permanente.No caso de recorrência freqüente de abscessos ou fistulações a extirpação da glândula pode ser uma boa opção. É um procedimento simples se executado por veterinário experiente. O trauma ou lesão da musculatura esfincteriana poderá desencadear a  incontinência fecal transitória ou mesmo permanente.Uma das primeiras manifestações é o arrastar do bumbum no chão (scooting) de forma compulsiva e inquieta, com movimentos longitudinais ou girando sobre si mesmo (movimento de pião).  O animal pode passar minutos nesse comportamento bizarro. A impactação da secreção ou seu acúmulo gera intenso desconforto. Identifica-se a região perianal avermelhada, pode haver queda de pelos na área. O cão arrasta o ânus na tentativa de aliviar o desconforto.  A compressão seria também uma forma de forçar o esvaziamento das glândulas O massageamento promovido pelo bolo fecal mais endurecido (coco sequinho e bem formado) promove estímulo eficiente e natural na eliminação da secreção. Se não houver exoneração do conteúdo glandular ocorrerá a formação de saculite e abscesso. O abscesso é identificado como um nódulo vermelho, endurecido e sensível. O animal se torna inquieto ou apático.Faz-se necessário o diagnóstico diferencial com alguns tipos de tumores malignos. Verminoses, especialmente por Plathelmintos (vermes achatados) também podem causar irritação anal provocando scooting bem como "assaduras" na região perianal ou vulvar. Uma bomba pronta para explodir.Os abscessos tendem a romper naturalmente, podendo haver um processo inflamatório extenso que leva a complicações como fístulas. Um processo infeccioso pode evoluir para grandes abscessos comprometendo extensas áreas. O uso de  pomadas anestésicas e antiinflamatórias (Ultraproct, por exemplo) confere alivio dos sintomas. Compressas quentes, além de trazerem conforto, aceleram a maturação do processo inflamatório, organizando e conduzindo à drenagem expontânea. 


Saiba mais; http://skonbull.blogspot.com.br/2010/07/glandulas-anais-abscessos-e-fistulas.html

REAÇÕES VACINAIS


REAÇÕES VACINAIS

Todos nós sabemos e reconhecemos a importância das vacinas no controle epidemiológicos de inúmeras doenças tanto no homem como nos animais.
Dentre as principais doenças dos cães, destacamos a Raiva, Cinomose, Parvoviose, Coronavirose, Hepatite entre outras. Já nos gatos destacamos as doenças doComplexo Respiratório Felino.
Assim a recomendação é que todos os cães e gatos sejam vacinados anualmente contra as principais doenças. Dependendo do grau de exposição e contato com roedores (ratos), também recebem indicação de vacinação semestral contra Leptospirose e se tiver contato direto com outros cães, ficar de hotel ou frequentar muito banho e tosa, podem receber a vacina contra Gripe dos Canis (Bordetella).
A grande maioria dos animais pode apresentar dor local e algumas vezes uma pequena febre decorrente da aplicação dessas vacinas. Outros animais (uma porcentagem muito pequena) podem apresentar reações alérgicas que variam no grau de intensidade e de gravidade. É o que chamamos de REAÇÃO
Se ainda assim o seu veterinário decidir vacinar esse animal “alérgico”, alguns cuidados devem ser tomados:
- Fazer a vacinação pela manhã e nunca no final de semana. Normalmente a reação ocorre entre 5 minutos e 6 horas pós vacinação. Assim, fazendo a vacina pela manhã, caso algo aconteça você tem como entrar em contato com o seu veterinário (o consultório ainda estará aberto e o seu animal poderá ser medicado).
- O seu veterinário deverá prescrever medicação preventiva por via oral 3 a 4 dias antes da vacina.
- No dia da vacina o seu animal deverá receber medicação injetável 10 minutos antes da vacina para prevenir a reação anafilática.
- Evitar a aplicação de vacinas polivalentes.
- Não fazer todas as vacinas no mesmo dia.
- Deixar o seu animal em observação por pelo menos 6 horas depois das vacinas.
Reforçamos que somente uma porcentagem muito pequena dos cães e gatos apresentam esse tipo de reação e por isso o procedimento da Vacinação é um ato seguro e realizado sem riscos na grande maioria dos animais domésticos.
O controle da Raiva (doença fatal para animais e para o homem) depende das campanhas de vacinação anual, assim como o controle da cinomose e outras viroses.
O serviço pode dar essas e outras informações sobre as principais indicações e cuidados com as vacinas. Agende um horário pelo telefone (11) 3743 2142.

Convulsão


Convulsão 

A convulsão pode acusar muitas doenças, e não só epilepsia, em seu cachorro. Nessa hora de tanto tremor, que não é brinquedo, veja como agir

Para alguns bichos, não precisa muito para o cérebro entrar em pane. Basta um susto provocado por rojões, trovões ou uma superagitação dentro de casa para que o animal sofra uma intensa descarga elétrica na massa cinzenta. Daí, começa a tremer, salivar e se comportar de maneira assustadora aos olhos do dono. Essa é a descrição de uma crise convulsiva.
Por trás da reação, há uma série de causas — um trauma na cabeça, uma intoxicação por produto químico, a falta de glicose no sangue, mais frequente em filhotes e cães diabéticos, ou ainda um tumor cerebral ou uma doença congênita como a epilepsia. “O pior é que não há jeito de prever uma crise, porque não há exames que detectam isso antecipadamente”, diz o veterinário Paulo Salzo, da Universidade Metodista, em São Paulo. Se acontecer na sua casa, a dica é: assim que o animal parar de convulsionar — e uma baita convulsão dura no máximo cinco minutos —, leve-o ao especialista para investigar o que causou o curto-circuito cerebral. Lembre-se de relatar se o bicho comeu algo diferente, se ingeriu algum produto químico, se levou um tombo… Toda informação é preciosa.
Raças como pastor alemão, poodle, labrador, pit bull e husk siberiano têm maior predisposição à epilepsia. Para ajudar no diagnóstico, vale tentar ver se os pais do seu cachorro não eram epiléticos. Descartada essa hipótese específica, a crise pode alertar para outros males. E, aí, vários exames são necessários. Os de sangue, por exemplo, podem acusar uma hipoglicemia.
“Seja qual for a causa, o tratamento desse transtorno tem que começar pelo uso de anticonvulsivantes, remédios que irão normalizar as ondas cerebrais e que existem na forma de comprimidos, xaropes ou gotas. A escolha, no caso, dependerá da aceitação do animal”, explica o veterinário Marcelo Quinzani, do Hospital Veterinário Pet Care, em São Paulo.
Se for constatada a epilepsia, o tratamento anticonvulsivante seguirá para o restante da vida. Se for descoberta a hipoglicemia, o remédio deverá ser associado a outro para manter as taxas de açúcar na circulação em ordem e evitar novas convulsões.
“De qualquer maneira, a supervisão de um profissional deverá ser intensificada”, alerta Salzo. Recomenda-se levar o cachorro que já convulsionou para uma consulta a cada seis meses. Em cada visita, o profissional irá reavaliar a dosagem do anticonvulsivante no caso da epilepsia, por exemplo. Sem contar que, com o passar dos anos, sujeito à medicação diária, o bicho pode ter efeitos colaterais como aumento de peso e problemas no fígado — e o veterinário estará de olho nisso.

CUIDADO COM O CALOR!


escolha horários frescos ,evite caminhar no asfalto,dê preferência a
áreas arborizadas e gramados
Cães submetidos a passeios longos em horas quentes do dia, principalmente aqueles que não estão condicionados ou acostumados, podem começar a apresentar respiração rápida, hipersalivação, saliva espessa, mucosas de coloração vermelho escura (cor de tijolo), tremores musculares, vômitos, diarreia, falta de coordenação motora (andar cambaleante) e até perda de consciência, desmaios e convulsões. Fique atento a esses sintomas
braquicéfalos exigem atenção especial nos dias quentes

resfrie seu cão com toalhas úmidas  

Primeiros socorros
 Identificados algum dos sinais descritos no inicio acima,o responsável primeiramente deve  retirar o animal do ambiente quente ou da exposição direta ao sol, resfriar as patas e a região do pescoço e cabeça com toalhas molhadas ou água fresca.Se possível, levar o animal imediatamente ao veterinário, evitando usar água muito gelada ou gelo, pois o resfriamento rápido também pode ser prejudicial. Ofereça a ele água fresca, mas não o force a tomar líquidos principalmente se estiver inconsciente ou convulsionando. 
No veterinário vai ser imediatamente instaurado o tratamento apropriado à base de oxigênio terapia e fluido terapia intravenosa com aplicação de medicamentos específicos como corticosteróides e glicose. Se o animal já estiver convulsionando, mantenha-o em local baixo e acolchoado até chegar ao veterinário. Lembre-se: essa é uma condição que necessita de cuidados  médicos emergenciais que só o veterinário pode oferecer. Se não for possível levar o animal imediatamente ao veterinário, promova o resfriamento gradual do animal até ser possível seu deslocamento para a clínica.
resfrie seu cão com toalhas úmidas  


 Alguns animais são mais predispostos: todos os braquicefalos:  como bulldogues ingleses, buldogues franceses, cães shih-tzus, lhasa apsos entre outras raças que sofrem com o calor. Animais obesos também podem facilmente desenvolver hipertermia maligna, ainda os que já apresentam problemas cardíacos. (veja AQUI e AQUI )
Muitos cães que saem para passear nas horas mais quentes do dia acabam ficando exauridos mais rapidamente que o normal, e se o seu responsável não perceber os primeiros sintomas do aumento da temperatura corpórea, esses animais podem desenvolver a chamada Hipertermia Fatal ou "Heat Stroke".
Primeiros socorros
 Identificados algum dos sinais descritos no inicio acima,o responsável primeiramente deve  retirar o animal do ambiente quente ou da exposição direta ao sol, resfriar as patas e a região do pescoço e cabeça com toalhas molhadas ou água fresca.Se possível, levar o animal imediatamente ao veterinário, evitando usar água muito gelada ou gelo, pois o resfriamento rápido também pode ser prejudicial. Ofereça a ele água fresca, mas não o force a tomar líquidos principalmente se estiver inconsciente ou convulsionando. 
No veterinário vai ser imediatamente instaurado o tratamento apropriado à base de oxigênio terapia e fluido terapia intravenosa com aplicação de medicamentos específicos como corticosteróides e glicose. Se o animal já estiver convulsionando, mantenha-o em local baixo e acolchoado até chegar ao veterinário. Lembre-se: essa é uma condição que necessita de cuidados  médicos emergenciais que só o veterinário pode oferecer. Se não for possível levar o animal imediatamente ao veterinário, promova o resfriamento gradual do animal até ser possível seu deslocamento para a clínica.

sexta-feira, 8 de junho de 2012

Parvovirose

A Parvovirose, também conhecida por Enterite Canina Parvoviral, é uma doença que ataca cães de todas as idades, mas é responsável pela morte de 80% dos filhotes até 1 ano e meio, pelo fato destes serem menos resistentes ou estarem debilitados por verminoses ou outras moléstias.

É um vírus que entra pelo sistema respiratório e se estabelece principalmente no aparelho digestivo, onde destrói (come) as vilosidades intestinais.

SINTOMAS:
-> Febre que pode chegar a 41º nos filhotes, ao contrário dos cães adultos que apresentam hipotermia.
-> Sonolência
-> Falta de apetite
-> Vômito
-> E o principal sintoma: Diarréia com muito, muito sangue

Ele desidrata de um dia para o outro e fica prostrado (amoado, triste). Alguns animais apresentam também tosse, além de inchaço dos olhos ou inflamação da córnea (conjuntivite).

Não existe remédio para matar o vírus da Parvovirose, existe sim a vacina (V8 / V10) para a PREVENÇÃO e no caso de animais infectados, tratam-se os sintomas.

Cão com Parvovirose

TRATAMENTO
O tratamento consiste basicamente em:
1. Suspender a alimentação (para evitar mais vômitos e consequente desidratação)
2. Aplicação, via parenteral, de soluções isotônicas de sais minerais, principalmente de glicose, associadas à vitaminas, especialmente a Vitamina C (ajuda a proteger as mucosas contra a agressão sofrida pelo vírus), Vitamina B6 (efeito anti-hemético), Vitamina K (Auxilia na produção de sangue).
3. Para a febre, deve medicar o animal com antitérmico (usualmente dipirona)
4. Para o vômito, injeção subcutânea de Cloridrato de Metoclopramida (Plasil) - NUNCA USAR ESTE MEDICAMENTO NO SORO, SEMPRE SUBCUTÂNEO.

O animal que sobrevive não fica com sequelas, mas é uma doença extremamente dolorosa.

Se o seu cãozinho apresentar quaisquer dos sintomas acima, leve-o imediatamente o veterinário, juntamente com a carteirinha de vacinação!

Lembre-se, o melhor caminho é a PREVENÇÃO!

sexta-feira, 20 de janeiro de 2012

Brucelose

Brucelose: É uma zoonose, doença capaz de ser transmitida ao homem pelos animais infectados. Portanto, todo criador deve ter o mínimo de conhecimento,.
Existem quatro espécies principais: a Brucella melitensis, a mais comum, encontrada nas cabras, ovelhas e camelos, abortus, dos bovinos, . suis, do porco a Brucelose.canis, dos cães, todas capazes de serem transmitidas ao homem. Brucelose.neotomae, dos roedores, (e a Brucelose ovis, das ovelhas somente infectam os animais e não constituem zoonoses os porcos e os bovinos, canis, gatas são resistentes podem apresentar bacteremias quando infectadas experimentalmente pela mesma bactéria mas não abortam.)
As bactérias vivem mais de 8 semanas no queijo fresco de leite não pasteurizado, sobrevivem à refrigeração, são viáveis no solo seco, contaminado pela urina, fezes, secreções vaginais e produtos da concepção, por mais de 40 dias e por maior tempo no solo úmido, sobrevivem por mais de 3 semanas nas carcaças congeladas e aos procedimentos da fabricação do presunto.
A transmissão da brucelose ao homem é feita principalmente pelo leite ou derivados não pasteurizados, inclusive sorvetes e pelo consumo de carne crua. A penetração das bactérias por via inalatória ocorre principalmente nas crianças e profissionais que lidam com os animais contaminados.
Os filhotes podem ser contaminados ainda dentro do útero ou pelo leite da cadela portadora da brucelose.
Após penetrarem por uma mucosa, ou mesmo por lesões da pele.
Na sua luta contra a doença, o organismo induz à resposta inflamatória que termina na formação de granulomas principalmente no fígado, baço, nódulos linfáticos e medula óssea. Pode haver orquite intersticial(inflamação do testículo) com áreas de fibrose e atrofia fibróide, endocardite com vegetações nas valvas cardíacas, lesões granulomatosas no miocárdio e envolvimento do cérebro, rins e pele.
Importante que somente a metade dos acometidos pela brucelose apresentam manifestações clínicas. Após um período de incubação de uma a três semanas, ou até de vários meses, surgem manifestações iguais às encontradas em todas as Doenças. A doença pode ser suspeitada se houver história de exposição a animais contaminados pelas brucelas. . A cultura do sangue apresenta sensibilidade de 75% se for feita na fase aguda, aumentando a sensibilidade para 90% nas culturas de medula óssea. As brucelas também podem ser encontradas em culturas de materiais dos fetos abortados, da placenta, do sêmem ou dos corrimentos vulvovaginais. Devido ao crescimento lento das colônias de brucelas, a cultura deve ser realizada por prazo de, pelo menos, quatro semanas e não apenas 7 a 10 dias como de costume..
Os resultados dos tratamentos nem sempre são satisfatórios, havendo muitos casos de recidivas. Hoje, são usadas associações de antibióticos como tetraciclinas (doxiciclina) e aminoglicosídeos (gentamicina ou a netilmicina) seguidas por doxiciclina mais rifampicina (de marcada atuação nas formas neurológicas e nas endocardites. Medidas diagnósticas e tratamentos exclusivamente da área dos veterinários que devem sempre ser consultados. Não trate os seus animais sem a orientação profissional
Aos criadores cabe a tarefa de evitar a entrada da doença no seu canil. Se acontecer será muito difícil livrar-se definitivamente dela. Portanto, todo cuidado é pouco:
O macho infectado pode contaminar o canil pelas brucelas eliminadas,durante anos, pelo sêmem e pela urina.. As cadelas infectadas, mesmo aparentemente sãs, eliminam grande quantidade de brucelas nas secreções vaginais estrais. Além da possibilidade da contaminação durante a cobertura, o ato de lamber e cheirar a vulva da cadela pode levar ao contágio pela mucosa oronasal ou conjuntival.
Como em toda a doença, há um período desde a exposição do animal até que os anticorpos sejam detectáveis nos exames. Na brucelose esse período é de, mais ou menos, um mês e o teste de aglutinação em lâmina negativo deve ser repetido após trinta dias. Os produtos de abortos, fetos mortos, restos placentários,etc., devem ser testados para brucelose, inclusive com culturas. Do mesmo modo devem ser estudadas ninhadas cujos filhotes morreram em grande número nos primeiros dias.
Um macho contaminado deve ser retirado da criação mesmo após tratamento adequado. Mesmo havendo provas que uma cadela contaminada pode gerar filhotes sãos, creio que as cadelas portadoras de brucelose, por melhores que sejam, devem ser retiradas da criação. Alguns autores sugerem a castração de todos os animais contaminados.
Os filhotes de fêmeas com diagnóstico de brucelose durante a gestação devem ser acompanhados constantemente por exames clínicos e testes laboratoriais. O manuseio de filhotes nascidos mortos, mortos precocemente após o nascimento, das secreções vaginais e produtos de abortos e dos corrimentos das cadelas deve ser feito com extremo cuidado e usando luvas. Se possível devem ser incinerados ou enterrados profundamente conforme orientação do veterinário. Usar botas para entrar nos canis.
Conclusão. A finalidade da matéria deste boletim é alertar os criadores sobre uma doença pouco conhecida da maioria deles até mesmo por não haver uma literatura muito rica.
1- Possibilidade de ser transmitida do cão ao homem;
2- Não existir, até o momento, vacina para a prevenção;
3- Ser uma doença insidiosa, facilitando o alastramento entre os animais sem o aparecimento de sintomatologia ou com sintomatologia muito pobre;
4- Por suas características biológicas, principalmente a reprodução intracelular, a efetividade do tratamento da brucelose ser sempre uma incógnita;
5- Apesar de não ser comum, a brucelose pode ser introduzida em qualquer canil prejudicando um trabalho de seleção de anos.


http://www.portaldacinofilia.com.br/portal/2010/06/28/brucelose-canina/

segunda-feira, 2 de janeiro de 2012

CORTE DE UNHAS EM CÃES

Importante frisar que a grande maioria dos animais não gosta de ser tocados na região dos pés. Principalmente aqueles que já são traumatizados de alguma forma com tosadores de Pet Shops impacientes ou inexperientes. O movimento do corte de unhas deve ser rápido e preciso, passando unha por unha, verificando se não espatifou ao invés de cortar. A grande maioria dos cães e gatos tem o 5º dedo ou ergot ou due claws, estes pode ser duplos ou simples, localizado na parte interna das patas anteriores e posteriores. Verifiquem sempre se há ou não a presença deste membro e em quantas patas, porque essa unha costuma ser esquecida e cresce indefinidamente até perfurar o corpo do animal.
Muitos cães de trabalho, de caça, de guarda ou que vivem em casas, lixam sozinhos suas unhas no chão ou em pedras ou na parede e às vezes não é necessário apará-las. Já os cães de apartamento, que costumam andar em pisos de cerâmica, madeira e azulejos acabam por perder esse hábito. Por isso suas unhas crescem rapidamente e necessitam de ser cortadas com maior freqüência.
Dentro delas se encontra uma veia, facilmente visível em cães de unhas claras. Nos cães de unhas pretas ou mais escuras, é quase impossível visualizá-la. A veia da unha, quando cortada, sangra muito e pode ser um procedimento bastante dolorido para o animal. Aconselhamos ter sempre em mãos um produto que estanca prontamente a hemorragia chamado Quick Stop, que pode ser em pó ou gel. Há varias marcas disponíveis no mercado. Um macete muito importante é sempre cortar as pontas das unhas inclinando a parte de cima do cortador para frente, com a lâmina da guilhotina voltada para você e remover da unha, apenas o que faz a curva, ou seja, o que está passando do chão. Deixe o animal pisar, veja o que sobra e corte.
O ideal é ter esse hábito toda a semana, porque, dessa forma, a veia se retrai e as unhas podem ser cortadas cada vês mais curtas e o animal se acostuma a ser manuseado e aprende a gostar da rotina. Visto que é comprovado que unhas grandes atrapalham a movimentação dos animais e podem até causar ferimentos neles ao se coçarem, por exemplo. E em nós quando pulam em nossas pernas para fazer festa.
No caso de animais ariscos ou bravos aconselhamos a ajuda de um profissional qualificado.